“É tão
fácil se esquecer de como o mundo é cheio de pessoas, lotado, e cada uma
delas é imaginável e sistematicamente mal interpretadas.”
O livro conta a história de Quentin, ou Q, que tem uma paixão
Acontece
que, no dia seguinte, ela desaparece. Seus pais até acham a situação
normal, pois ela costumava fazer isso e deixava pistas para que eles pudessem
encontrá-la. Só que dessa vez, tudo indica que as pistas deixadas não
eram para seus pais, nem para o detetive. E sim para Quentin.
A minha
coisa favorita do livro é como os personagens foram criados, como eles
são, suas personalidades, brincadeiras (algumas desnecessárias, notei) e
claro, a cada duas páginas, você achava um trecho para servir de
citação em qualquer rede social. Use-as com moderação por favor.
Recomendo
muito o livro, porque com ele eu tive uma nova visão das pessoas. A Margo me surpreendeu bastante com a
personalidade e seu modo de pensar. Quando chegarem na parte onde ela
menciona as cidades de papel, me digam qual a conclusão que vocês
tiveram, porque eu tive a minha.
O livro
também mostra que na verdade a personalidade de uma pessoa em questão,
que nós não conhecemos realmente, somos nós que criamos. Nós que fazemos
uma falsa personalidade, apenas para ter a segurança de saber que
conhecemos a pessoa, e não é bem assim.
Como toda a
escrita de Jonh Green, o livro faz você vivenciar aquilo de uma forma
leve e gostosa de ler. Faz você querer mais, e eu necessito de uma parte
2, porque o final fica cheio de esperanças e porquês.
O
entendimento dele não é tão fácil, já que existem metáforas e
pensamentos que cada um interpreta do seu próprio jeito. E foi isso o
que eu gostei. Jonh joga suas frases, e perguntas para o alto e deixa
que você as responda mentalmente.
Ps: Li online. Quero informa-lós que está chegando o dia das crianças,Natal,Meu Niver que nem tá tão próximo assim,mas eu aceito presentes adiantados...Então se houver no mundo uma alma caridosa que quiser me presentear com o livro, Eu Agradeço!!
Xero,
Tatá.





